Você tem a Síndrome do Impostor? Estes 5 sinais te ajudam a identificar

Saiba reconhecer os sinais que podem indicar que você foi acometido pela síndrome do impostor, que é bastante comum em todo o mundo.

Você já teve aquela sensação de não ser bom o suficiente em sua carreira ou até nos estudos, mesmo que tenha diversas conquistas exclusivamente por causa do seu mérito?

Se a resposta for positiva, provavelmente a Síndrome do Impostor já deu as caras em sua vida. Continue a leitura e conheça cinco sinais que podem te ajudar a identificar se você foi ou não acometido por ela.

O que é a Síndrome do Impostor?

Trata-se de um distúrbio psicológico que faz com que as pessoas, com os mais variados perfis e áreas de atuação, não reconheçam todas as suas conquistas ao longo da vida, sejam elas pessoais ou profissionais, como fruto da sua capacidade intelectual e esforço.

Um indivíduo que foi acometido pela Síndrome do Impostor acredita que todos os seus bens, conquistas e realizações na carreira ou nos estudos, foi meramente uma questão de sorte, ajuda de terceiros e até intervenção divina, mas nunca por mérito.

Na verdade, a pessoa é arrebatada por um misto de sensações nada agradáveis de serem sentidas. O indivíduo não acredita em suas competências e acha que tudo não passa de uma fraude. E tudo isso o deixa cada vez mais inseguro, perfeccionista, apreensivo, com baixíssima autoestima e com um grande complexo de inferioridade.

Sinais da Síndrome do Impostor

Saiba se você foi acometido por esse distúrbio emocional, observando os cinco sinais abaixo:

1) Procrastinação

Uma pessoa que foi acometida pela Síndrome do Impostor acaba desenvolvendo o hábito de procrastinar, ao máximo. Assim, ele vive adiando tarefas ou compromissos importantes, já que o seu perfeccionismo extremo o leva a pensar que o seu trabalho será alvo de críticas alheias e não vai trazer o resultado esperado.

Se você se encontra nessa situação, tome muito cuidado para que ela não tome uma proporção ainda maior. Ficar procrastinando as coisas simplesmente pelo receio da opinião negativa das outras pessoas a respeito do seu trabalho, está longe de ser saudável.

2) Autodepreciação

A honestidade e modéstia a respeito das suas próprias habilidades é algo saudável. Mas o alto nível de cobrança por um desempenho cada vez maior, a enorme necessidade de agradar todas as pessoas e a gigantesca intolerância sobre as próprias falhas… Significa autodepreciação.

Quando a Síndrome do Impostor está sem seu ápice, a pessoa acredita piamente que não é competente o bastante para ser merecedor do sucesso em sua profissão. Ela acaba estabelecendo uma crença imaginária que a desvaloriza ou deprecia perante os outros.

3) Autossabotagem

Se você é daquelas pessoas que acham que o fracasso, seja na vida profissional, estudantil ou pessoal, é algo inevitável, é possível que esteja sofrendo com a Síndrome do Impostor. O indivíduo sempre acredita que a derrota é certeira em sua vida e passa a agir de forma autodestrutiva.

A ansiedade, que é causada por essa incômoda situação, leva a pessoa a sabotar todas as suas conquistas, mesmo que indiretamente, por causa da sua prejudicial maneira de agir no dia a dia. Ela mesmo arruína a sua carreira, que tinha tudo para dar certo, na maioria das vezes.

4) Esforço além do limite

Quem foi acometido pela Síndrome do Impostor duvida da sua própria capacidade intelectual. Sendo assim, a pessoa começa a ficar obcecada por alcançar resultados cada vez maiores e se esforça exageradamente (muito acima do normal), além de trabalhar duro.

Afinal, o indivíduo precisa encontrar uma forma gastar toda a sua energia até chegar à exaustão, para que a sua competência não seja motivo de dúvida ou que a suposta “fraude” seja descoberta pelo seu chefe ou até por outros colegas de trabalho. Ele faz questão de ser considerado o fracassado da vez, apesar de todo o esforço sobre-humano.

5) Medo excessivo de exposição

Por medo de julgamentos alheios ou avaliações inesperadas, a pessoa que foi acometida pela Síndrome do Impostor sempre tenta encontrar formas de passar despercebida e evita, ao máximo, qualquer tipo de exposição. Ou seja, tudo que envolve esse tipo de situação, o indivíduo passa bem longe.

Sendo assim, ele prefere a total discrição e quase nunca se abre com as outras pessoas, nem que seja para compartilhar seus medos, anseios e angústias. Afinal, o medo de que todo mundo concorde plenamente com sua falta de capacidade, o deixa ainda mais relutante em se abrir com os demais.

Se você percebeu um ou mais desses sinais que indicam a Síndrome do Impostor, recomendamos procurar ajuda profissional. A terapia pode te ajudar a entender a origem dessas inseguranças que te causam sofrimento no dia a dia.

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