Foi republicado por incorreção, na edição do Diário Oficial do Estado de Alagoas de 16 de julho de 2026, o decreto 109.834/2026, que constitui a comissão mista organizadora do novo concurso ADEAL (Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas).
O decreto governamental informa que a equipe terá a participação de oito membros, todos servidores públicos do estado: dois servidores da própria ADEAL, uma servidora da PGE e cinco servidores da SEPLAG.
É provável que sejam oferecidas 20 vagas imediatas e 20 vagas em cadastro de reserva para a carreira estatutária de Fiscal Estadual Agropecuário.
Por conta do atual período de defeso eleitoral em todas as unidades da federação, novas informações sobre este concurso deverão ser publicadas após a conclusão do período eleitoral de 2026.
Último concurso
O último concurso ADEAL foi regido pelo edital 001/2007, isto é, foi realizado há quase duas décadas. As ocupações oferecidas foram para formação de cadastro de reserva para Fiscal Estadual Agropecuário, Técnico Administrativo Agropecuário, Agente Fiscal Agropecuário, Assistente Administrativo Agropecuário e Auxiliar de Serviços Agropecuários.
A instituição organizadora da época foi a Fundação Universitária de Desenvolvimento, Extensão e Pesquisa (FUNDEPES), em parceria com a Universidade Federal de Alagoas (UFAL/COPEVE). A forma de seleção foi prova escrita teórico-objetiva.
Sobre a ADEAL
De acordo com seu portal oficial, a ADEAL foi criada por meio da promulgação da Lei nº 6673, de 04 de janeiro de 2006. Foi concebida para ser “uma autarquia sob regime especial, com personalidade jurídica de direito público, com autonomia administrativa e financeira, patrimônio próprio, vinculada à Secretaria Executiva de Agricultura, Irrigação, Pesca e Abastecimento (Seagri)”.
A principal função da Agência é atuar na promoção e execução da Defesa Sanitária Animal e Vegetal, bem como no controle e na Inspeção de Produtos de Origem Agropecuária. A missão principal da ADEAL, portanto, é:
Estar em permanente alerta, visando impedir e/ou retardar ao máximo a disseminação de doenças e pragas que possam constituir ameaças à agropecuária, garantindo a qualidade dos animais e vegetais, produtos e subprodutos que entram e saem de Alagoas.
