5 cidades pelo mundo afora que pagam pessoas para morarem nelas

As 5 cidades pelo mundo afora que pagam pessoas para morarem nelas incentivam a imigração e a naturalização de estrangeiros para desenvolver a região.

Os brasileiros que desejam conhecer outras culturas precisam se informar sobre as 5 cidades pelo mundo afora que pagam pessoas para morarem nelas. No geral, são locais com políticas de imigração que pretendem desenvolver a região por meio da abertura aos estrangeiros.

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Ou seja, essas cidades incentivam a naturalização de imigrantes e também a habitação por parte dos estrangeiros a fim de gerar desenvolvimento econômico e social, por exemplo. Sendo assim, os viajantes podem ser pagos para morar em alguns desses destinos. Confira-os a seguir:

Cidades que pagam pessoas para morarem nelas

1) Ottenstein, na Alemanha

A princípio, o prefeito de Ottenstein decidiu implementar a política de incentivo à imigração por conta de um problema social. Basicamente, a única escola primária da comunidade estava prestes a encerrar as suas atividades por conta da falta de estudantes.

Por isso, foi estabelecido uma política de doação de terrenos, com valor máximo de 10 mil euros, o que equivale a 50 mil reais. Além disso, para fomentar a educação primária, é obrigatório que a família tenham crianças em idade escolar.

Localizada a, aproximadamente, 336km da capital da Alemanha, Ottenstein é um município do estado da Baixa Saxônia. Com área total de 13,59 quilômetros quadrados, possui cerca de 1.261 habitantes, de acordo com o censo de 2007.

2) Tristan da Cunha, no Reino Unido

Conhecida como a ilha habitada em um dos territórios mais remotos do mundo, Tristan da Cunha pode não ser o destino favorito dos viajantes. Entretanto, o Reino Unido divulgou em outubro deste ano um programa que pretende pagar 25 mil libras anuais para quem decidir se mudar para a região.

Portanto, a proposta é aumentar a população local, que conta com 251 habitantes, de acordo com o censo de 2018. Além do pagamento anual, a previsão é que a mudança também conte com ajuda de custo para moradia e alimentação.

Porém, vale ressaltar que Tristan da Cunha, ou Tristão da Cunha, não possui aeroporto, nem emissora ou retransmissora de televisão. Atualmente, há somente um serviço de recepção por meio de satélites das Forças Armadas do Reino Unido.

3) Manitoba, no Canadá

Diferente das outras regiões, o governo canadense incentiva a imigração para Manitoba a fim de fomentar o empresariado local. Sendo assim, os cidadãos são pagos para utilizar o dinheiro especificamente na criação de novos negócios.

Sobretudo, o principal objetivo é atrair pessoas que possam contribuir com o desenvolvimento econômico, através do empreendedorismo regional. De acordo com as informações oficiais, estima-se que os pagamentos chegam a 24,9 mil dólares canadenses.

4) Alasca, nos Estados Unidos

Basicamente, o Alasca é uma das cidades pelo mundo afora que pagam pessoas para morarem nelas. Neste sentido, os moradores da região recebem valores específicos da exploração de petróleo na região.

Mais especificamente, estima-se que os habitantes recebem entre 1600 e 2500 dólares, além da isenção dos impostos. Ademais, existe uma política de incentivo à imigração, a fim de cobrir as necessidades produtivas mais básicas da região, principalmente pelo número de bases de pesquisa no local.

Localizado a noroeste do Canadá, mas integrado ao território dos Estados Unidos, estima-se que esse é o maior estado dos 50 que integram o governo norte-americano. Porém, é um dos menos povoados. Mais especificamente, tem uma população total de 733.391 habitantes, de acordo com o censo de 2020.

Em relação à área territorial total, que ultrapassa os 1,7 milhões de quilômetros quadrados, a densidade populacional é de 0,4 habitantes por quilômetros quadrados.

5) Ilha da Sardenha, na Itália

Em primeiro lugar, o governo italiano está disponibilizando até 15 mil euros para as pessoas que decidirem morar na região. No câmbio atual, isso equivale a R$ 83,7 mil. Entretanto, a expectativa é desprender cerca de 45 milhões de euros, para abastecer a cidade com mais de 3 mil pessoas.

O pagamento para os imigrantes faz parte de uma política de realocação do país. Atualmente, a Ilha da Sardenha está ocupada majoritariamente por idosos, de modo que poucos jovens permaneçam como força produtiva no local. Portanto, o plano é revitalizar a região e incentivar a migração jovem para manutenção da cidade.

Entretanto, os interessados devem ficar atentos aos requisitos desse programa, porque os 15 mil euros não são pagos como valor completo em todos os casos. Além de morar na Itália, é fundamental escolher uma cidade com população inferior a 3 mil pessoas, como é o caso de Sardenha, a fim de completar a população média no local.

O tempo de moradia deve ser integral, ou seja, permanente. Neste caso, a legislação estabelece que a mudança deve acompanhar um registro de até 18 meses, indicando também o endereço de residência como comprovação.

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