Índice de desemprego cai para 8,1% no Brasil e tem a menor taxa desde 2015

Segundo dados do IBGE, desemprego no Brasil cai para um dos menores patamares dos últimos anos. Índice de novembro de 2022 é de 8,1%.

Apesar de o país ainda ter muitos desempregados, existem indicativos de melhoras. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice de desemprego no Brasil caiu para 8,1%. Esse é o menor patamar registrado desde o ano de 2015.

Vale lembrar que a pandemia foi um catalisador para a elevação do desemprego no país. Por conta das restrições sanitárias, procurando preservar a vida de milhões de pessoas, foi necessário o fechamento parcial ou total de estabelecimentos. Muitas empresas não conseguiram se sustentar com o dinheiro em caixa pelos meses de restrições.

Assim, muitos empregadores se viram obrigados a demitirem pessoas e, em alguns casos, até mesmo a fechar as empresas. Agora, com a vacinação disponível e os níveis de infecção reduzidos, a tendência é de que parte desses empregos fechados sejam reabertos com o passar do tempo.

Índice de desemprego cai para 8,1%

Para medir a taxa de desemprego no país, o IBGE se baseia na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, conhecida como PNAD Contínua. Segundo os dados do levantamento, o mês de novembro de 2022 registrou índice de 8,1% de desempregados, uma redução de 0,9 ponto, se comparado com agosto que possuía 8,9%.

De acordo com a PNAD Contínua, 8,7 milhões de pessoas estavam desocupadas no mês de novembro de 2022. Se comparado com agosto do mesmo ano, a diferença é de cerca de 953 mil pessoas.

O rendimento médio do trabalhador brasileiro foi calculado em R$ 2.787, um aumento de 3% no período pesquisado. Isso não quer dizer que a maioria dos trabalhadores recebem a quantia. O salário mínimo, atualmente em R$ 1.302, ainda é responsável por uma parcela significativa dos pagamentos.

Carteira assinada puxa alta e informalidade cai

O aumento no número de pessoas trabalhando vem dos trabalhadores com carteira assinada. Segundo a PNAD Contínua, houve um crescimento significativo no setor privado.

Aproximadamente 817 mil novos postos foram ocupados entre agosto e novembro de 2022. A alta representa 2,3% e vem seguindo a tendência de crescimento após o pior período da pandemia.

Com a elevação no número de trabalhadores sendo contratados com carteira assinada, a informalidade sofreu uma baixa. Agora, de acordo com o levantamento, 38,9% estão nessa situação, uma queda de 0,8 ponto, em relação ao mês de agosto de 2022.

Mesmo com a diminuição dos informais, o número ainda está distante de ser o ideal. Para se ter ideia, o índice de informalidade de novembro de 2022 é ligeiramente inferior ao de novembro de 2020.

Por fim, ainda houve redução dos trabalhadores que abrem um CNPJ para atuarem por conta própria, geralmente como Microempreendedor Individual (MEI).

Desalento diminui, mas ainda é grande

Outra notícia animadora é em relação à população em condição de desalento. Houve uma queda de 230 mil pessoas (entre agosto de novembro de 2022), agora com 4,1 milhões de cidadãos. O número ainda é considerado grande.

De acordo com as métricas utilizadas pelo IBGE, o desalento é a situação na qual um indivíduo parou de procurar por emprego, seja por falta de oportunidades, qualificação, idade ou experiência. Sendo assim, quem está em desalento não chega a ser considerado como uma pessoa desempregada padrão.

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