Como desenvolver raciocínio rápido? Confira dicas que realmente ajudam

Raciocínio rápido é característica apreciada por empresas e pelo setor público. Veja como desenvolver por meio de dicas.

O raciocínio rápido pode ajudar em entrevistas de emprego, em soluções de problemas e até em questões de provas. No entanto, obter essa qualidade não ocorre do dia para noite. É preciso ter preparação. Por isso, veja como desenvolver raciocínio rápido.

Leia também

Como desenvolver raciocínio rápido: dicas que ajudam

Existem diversas dicas sobre como desenvolver o raciocínio rápido. Porém, muitas costumam ser dispendiosas (ou seja, requerem quantias altas de dinheiro) ou são impraticáveis no cotidiano da maioria das pessoas que estudam ou trabalham. Assim, separamos aquelas que são mais simples de serem feitas. Confira:

Procure fazer contas com a cabeça

O hábito de logo pegar uma calculadora ou utilizar o celular para fazer contas pode ser prejudicial para o raciocínio rápido. A matemática é um dos atalhos para quem deseja estimular o cérebro a pensar de forma mais rápida.

Jogue

Pode não parecer, mas jogar, seja videogame, baralho ou jogos de tabuleiro, também colabora para exercitar a mente. Muitos jogos exigem que a pessoa pense rápido para determinar a situação em que está e pense em soluções compatíveis.

Esse hábito de resolução costuma passar para as outras áreas do cotidiano.

Procure aprender ou fazer algo novo

Sempre que possível, saia da sua rotina e procure fazer ou aprender algo novo. Claro que nem sempre dá para aprender um outro idioma ou instrumento musical. No entanto, o simples ato de fazer algo diferente já estimula o cérebro e tira ele do “modo automático”.

Então, sempre que puder, tente fazer as coisas com a mão dominante, mude o trajeto da instituição de ensino ou do trabalho ou mesmo tente fazer uma comida diferente.

Leia

A leitura é uma fonte quase que inesgotável de conhecimento. Além disso, ajuda o cérebro da pessoa a ter um repertório maior de palavras, também detalhando situações, sejam elas por meio de ficção ou de fatos reais.

Por meio desses cenários, o leitor começa a desenvolver pensamentos sobre diferentes temas.

Alimente-se bem e faça exercícios

Não adianta preparar apenas a mente para desenvolver o raciocínio lógico. Enquanto seres humanos, precisamos do nosso corpo para desempenhar todas as atividades que fazemos, seja de forma direta ou indireta.

Então, para que haja energia suficiente para desenvolver o raciocínio rápido e que não haja empecilhos como dores ou problemas de saúde, é preciso ficar de olho na alimentação e fazer exercícios regularmente. Uma alimentação balanceada com exercícios físicos colabora no bem-estar e, consequentemente, no desenvolvimento do pensamento.

Leia também


você pode gostar também

Esquentar o motor do carro antes de arrancar: certo ou errado?

Anos atrás, era comum ver pessoas ligarem o veículo, principalmente em dias frios, e deixá-lo ligado por muito tempo antes de sair. Mas isso está certo? Leia e descubra.

Cuidado: estes 5 materiais não podem ser colocados no micro-ondas

O micro-ondas é um dos eletrodomésticos mais utilizados na cozinha, no entanto, é importante saber quais recipientes podem ser colocados dentro deste aparelho.

Descubra qual é o “carma” de cada um dos 12 signos do Zodíaco

Segundo a astrologia, há certas razões pelas quais algumas experiências ou situações se repetem em sua vida com base no seu signo do zodíaco.

Insuportáveis: 4 piores dores que os seres humanos podem sentir

Conheça hoje as piores dores que os seres humanos podem sentir, com quadros que podem durar semanas ou até mesmo anos.

5 coisas que podem danificar o seu liquidificador e você não sabia

O eletrodoméstico é item obrigatório em milhares de lares brasileiros, entretanto, seu mal uso pode acabar prejudicando o seu funcionamento e a durabilidade do liquidificador.

CLT: o que é o abono pecuniário e como calcular o valor

De acordo com a lei, para que os trabalhadores possam manter a saúde física e mental, é permitido tirar férias de 30 dias. Mas o que ocorre quando o empregado "vende as férias" para o empregador?