Prorrogação do auxílio emergencial será decidida nesta semana, diz Bolsonaro

Jair Bolsonaro informou que o martelo já está batido sobre o valor da prorrogação do auxílio emergencial e as novas parcelas serão resolvidas nos próximos dias.

Nesta segunda-feira (18/10), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a prorrogação do auxílio emergencial deve ser resolvida ainda nesta semana. O benefício pago durante a pandemia de COVID-19 às famílias em situação de vulnerabilidade tem sua última parcela oficial, agora, em outubro.

“Se Deus quiser, nós resolveremos esta semana a extensão do auxílio emergencial, como devemos resolver também esta semana a questão do preço do diesel. As soluções não são fáceis, mas nós temos a obrigação de mostrar a origem do problema e como resolvê-lo”, disse Bolsonaro.

A fala foi dada durante cerimônia de lançamento de um programa, que vai garantir acesso à água em áreas semiáridas. O evento aconteceu na cidade de em São Roque, em Minas Gerais.

Vale ressaltar que a equipe econômica se posicionou contra a prorrogação do auxílio emergencial. Sobre isso, o residente disse que “o ideal é que todos tivessem seu ganha-pão, tivessem emprego, mas as consequências da pandemia agravaram essa questão e não somos insensíveis a esses mais necessitados”.

Prorrogação do auxílio emergencial pode ter valor diferente

Antes da cerimônia em São Roque, Bolsonaro se reuniu com os ministros Paulo Guedes (Economia) e João Roma (Cidadania). O encontro aconteceu no último sábado (16/10) para discutir o valor do benefício. Segundo o presidente, a ideia é pagar “um valor para dar dignidade aos necessitados”.

Ainda de acordo com Bolsonaro, “está batido o martelo”, mas não foi informada qual será a quantia da prorrogação do auxílio emergencial, nem o número de parcelas.  Atualmente, os beneficiários estão recebendo de R$ 150 até R$ 375 de acordo com o perfil da família.

Essa nova extensão acontece ao mesmo tempo que o governo tenta lançar o Auxílio Brasil, programa que deve substituir o Bolsa Família. No entanto, o projeto não indica qual será a forma de financiamento do benefício e isso está travando sua tramitação no Congresso Nacional.

O objetivo inicial era de que o novo programa começasse a ser pago em novembro de 2021. Por isso, o governo está trabalhando em abrir o Orçamento e encontrar medidas legais para o custeio das parcelas de R$ 300.

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